Monthly Archives: Abril 2008

O emergir de recordações

http://ortigafolclore.com.sapo.pt/ Queria escolher um livro. Fui à biblioteca com o Miguel, um rapaz do Tortozendo, meu colega de universidade. Peguei em Urbano Tavares Rodrigues e José Saramago, mas acabei por trazer «A Lã e a Neve» de Ferreira de Castro, pois o meu companheiro de aulas disse-me: “Este livro fala sobre a Covilhã!” e como,…

Universidade ou outra opção?

Não entrei para a Faculdade. Soube mesmo agora. “Para além de me candidatar à 2ªFase, o que vou fazer?” Para me acalmar, fui mexer nos recortes de revistas que abundam no meu quarto. Surgiu a ideia de me dedicar ao mundo do espectáculo, ser uma nova Adelaide de Sousa: cheia de alegria e dinamismo que…

Solução brilhante para vidas complicadas

Ela: Gostas deste batom amor?Ele: É o que te fica melhor.Ela: Quer dizer que todas as outras vezes em que te perguntei se gostavas do batom achaste que estava horrível e não me disseste? Solução: Um homem casar sempre com duas mulheres. Entre elas discutem as questões estéticas e pedem conselhos de beleza. E ele…

É a vida…

Tomei banho às quatro da manhã. Todos foram dormir. Na sala, estão corpos adormecidos que preenchem o espaço, fazendo-me sentir aconchegada, mas, por ser a única acordada, sinto-me só.Apetece-me sair. Deixá-los aqui e ir ver o pôr-do-sol para a piscina. Não! Iria acordá-los. Fico-me, aqui, sentada na parte da sala que me coube, e olho…

Dor primordial

Cada ser humano carrega consigo uma dor primordial. Essa dor existe desde o seu nascimento e fica com ele até ao momento da sua morte. Existem duas formas de viver essa dor. Ou colocamo-nos ao serviço da dor. Ou colocamos a dor ao nosso serviço.   A humanidade passa grande parte do tempo em sofrimento,…

Para vocês

Vão visitar-me aqui – escrevi algo para todos vocês.

Do feminino em mim ao feminino em ti

Tu és o lado de mim que ilumina. Tu és a força da criação. Avé magnífica matéria de onde tudo nasce. Avé. Tu és o mais belo, tu és o mais doce. Eterno feminino em mim. Eterno feminino em ti. Sabes a mel e a figos. Brilhas como a lua cheia na noite escura. Avé…

São vinte!

Pago a renda da Casa da Morte todas as vezes que tenho apetite. Trezentos e sessenta paus pelos vinte pedaços que se alojam no meu peito. Dinheiro que só tem como positivo o consumo e, logo, capital em circulação, mas só mesmo isso.Se me perguntarem por que o faço, não sei. Talvez por problemas psicológicos…