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	<title>bernardoramirez [feeling right] | bernardoramirez [feeling right]</title>
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	<description>Um espaço dedicado à Comunicação, às Constelações e à Tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Apr 2011 20:42:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
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		<title>Workshops de Constelações Familiares em Carcavelos (Abril e Maio)</title>
		<link>http://www.bernardoramirez.com/constelacoes/workshops-de-constelacoes-familiares-em-carcavelos-abril-e-maio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=workshops-de-constelacoes-familiares-em-carcavelos-abril-e-maio</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 20:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelações]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Ramirez]]></category>
		<category><![CDATA[Constelações Familiares]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Psi]]></category>

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		<description><![CDATA[Para aproveitar a estadia em Portugal, durante um mês e meio, venho por este meio convidar-te a participar e divulgar as actividades que vou desenvolver em parceria com o Espaço Psi, em Carcavelos. Se quiserem divulgar por email aos vossos amigos ou imprimir o folheto podem-no ver aqui: http://www.bernardoramirez.com/folhetos/CF_abril_maio.pdf &#160; Datas e Actividades Data Dia Semana...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para aproveitar a estadia em Portugal, durante um mês e meio, venho por este meio <strong>convidar-te a participar e divulgar</strong> as actividades que vou desenvolver em parceria com o Espaço Psi, em Carcavelos.</p>
<p>Se quiserem divulgar por email aos vossos amigos ou imprimir o folheto podem-no ver aqui: <a href="http://www.bernardoramirez.com/folhetos/CF_abril_maio.pdf">http://www.bernardoramirez.com/folhetos/CF_abril_maio.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Datas e Actividades</h2>
<div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="82">
<p style="text-align: center;"><strong>Data</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="95"><strong>Dia   Semana</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="123"><strong>Horário</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="161"><strong>Actividade</strong></td>
<td width="180">
<p style="text-align: center;"><strong>Tema</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="82">28 de Abril</td>
<td width="95">Quinta-Feira</td>
<td width="123">das 19 ás<br />
22 horas</td>
<td width="161">Workshop de Constelações Familiares</td>
<td width="180">
<p style="text-align: center;"><strong>A   Alquimia da Mudança</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="82">13 de Maio</td>
<td width="95">Sexta-Feira</td>
<td width="123">das 19 ás<br />
22 horas</td>
<td width="161">Falar de Constelações</td>
<td width="180">
<p style="text-align: center;">Palestra Gratuita</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="82">14 de Maio</td>
<td width="95">Sábado</td>
<td width="123">das 14:30 ás<br />
19 horas</td>
<td width="161">Workshop de Constelações Familiares</td>
<td width="180">
<p style="text-align: center;"><strong>Velhas   Famílias,<br />
Novas Famílias</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="82">26 de Maio</td>
<td width="95">Quinta-Feira</td>
<td width="123">das 19 ás<br />
22 horas</td>
<td width="161">Workshop de Constelações Familiares</td>
<td width="180">
<p style="text-align: center;"><strong>Portugal   e África – Estou aqui, mas estou lá</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Local</h1>
<p><strong>EspaçoPsi</strong><br />
Av. Maria da Conceição, 49 r/c B<br />
2775-605 Carcavelos</p>
<p>Podem ver o mapa aqui: <a title="Local do Espaço Psi em Carcavelos" href="http://goo.gl/maps/Whx3" target="_blank">http://goo.gl/maps/Whx3</a></p>
<h1>Valor</h1>
<div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="297" valign="top"><strong> </strong></td>
<td width="176" valign="top">
<p style="text-align: center;"><strong>Valor   por pessoa</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="297"><strong>Participação por Workshop </strong></td>
<td width="176">
<p style="text-align: right;"><strong>25 Euros</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="297">Colegas consteladores</td>
<td width="176">
<p style="text-align: right;">Gratuito<br />
(agradece-se divulgação)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<p>Outras situações ou questões podem sempre me contactar através do <a href="mailto:info@bernardoramirez.com">info@bernardoramirez.com</a></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Workshop de Constelações Familiares</h1>
<p>As constelações familiares são um processo que permite <strong>observar e integrar os bloqueios e as tensões da nossa vida</strong>. Com este método tomamos como ponto de partida a <strong>família de origem e a família actual</strong>.</p>
<p>Todos nós construímos uma <strong>imagem interior</strong> dos nossos problemas, desafios e dificuldades. Essa imagem contém em si informações acerca dos nossos vínculos e/ou sentimentos, sejam eles conscientes ou inconscientes. Através das Constelações, essa imagem é representada em frente a nós, relevando as <strong>dinâmicas desse sistema</strong>.</p>
<p>É através dos movimentos gerados por essa imagem, e da observação que fazemos deles, que a solução se pode então apresentar.</p>
<p>Este trabalho permite tocar os nós conscientes ou inconscientes da nossa vida, que muitas vezes impedem o <strong>fluxo do amor </strong>de fluir. E ao vê-los e senti-los, ganhamos consciência deles e libertamo-nos.</p>
<p>As Constelações Familiares representam, por isso, uma <strong>oportunidade para sermos mais felizes, mais saudáveis e mais prósperos</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Falta uma semana</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 09:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Expatriado]]></category>
		<category><![CDATA[Falta]]></category>
		<category><![CDATA[Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Sonho]]></category>

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		<description><![CDATA[Falta uma semana. Uma simples e breve semana. Desta vez foram dois meses e uma semana. E durante esse tempo tudo mudou. Encontrei uma casa melhor para morar, encontrei vizinhos bem dispostos, encontrei um emprego que me estimula e desafia. Abri as portas para uma nova fase da minha vida. O sentimento é agri-doce. Já...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falta uma semana. Uma simples e breve semana. Desta vez foram dois meses e uma semana. E durante esse tempo tudo mudou. Encontrei uma casa melhor para morar, encontrei vizinhos bem dispostos, encontrei um emprego que me estimula e desafia. Abri as portas para uma nova fase da minha vida.</p>
<p>O sentimento é agri-doce. Já o disse. Agri porque estar cá mais tempo significa estar aí menos tempo. Agri porque fico mais longe da minha C., longe do Pai, da Mãe, da Irmã, da Isabelle, do resto da família e dos meus muitos e maravilhosos amigos. Porque se vocês são parte do que sou, o que sou eu sem vocês.</p>
<p>Agri porque aqui é sempre um desafio constante. Um exercício de humildade, de serenidade, de paz e de compreensão. Agri porque aqui ás vezes é sujo, ás vezes é escuro, ás vezes é solitário (muito solitário).</p>
<p>Mas também doce. Doce pela casa agradável. Pelos amigos e colegas que tenho vindo a conhecer. Doce pela perspectiva de futuro. Pelo trabalho e claro pelo dinheiro. Pela possibilidade que pode oferecer a C. e a mim como casal. E pelo novo, sempre esse tão desejado e assustador novo.</p>
<p>Foram dois meses incríveis. Vi trovoadas e ouvi relâmpagos como nunca tinha visto e ouvido. Porque estive mais preso do que é normal aqui. Fantástico porque começo a sentir que estou a fazer amizades e começo a ter alguma vida social.</p>
<p>Dois meses em que fiquei mais magro. Em que não estive doente. Em que dormi descansado e tive os bens essenciais para a minha vida.</p>
<p>Daqui a uma semana estou aí. Estou aí para vos ver, para vos abraçar e beijar. Estou aí para fazer workshops de Constelações. Para comer coisas boas. Para passear e descansar. E para preparar a minha vinda mais permanente para cá.</p>
<p>Daqui a uma semana vou dormir na minha cama. Vou estar perto das minhas coisas e vou poder andar, conduzir, viajar e estar na minha terra.</p>
<p>Uma semana parece pouco, para quem já esteve aqui dois meses, mas esta última semana é sempre mais difícil. Cada dia, cada hora, e cada minuto parecem uma eternidade.</p>
<p>Mas neste momento tudo o que importa é que falta uma semana. Apenas uma semana.</p>
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		</item>
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		<title>Aniversário</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 09:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[Alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Celebração]]></category>
		<category><![CDATA[Festa]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei se já aprendi bem a lição, mas posso vos garantir que foi uma grande evolução em relação a tudo o que se passou o ano passado. Para quem acompanhou os cinco frangos sabe como me foi duro o meu aniversário o ano passado. Este ano tinha outros desafios. Não sabia bem quem convidar,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se já aprendi bem a lição, mas posso vos garantir que foi uma grande evolução em relação a tudo o que se passou o ano passado. Para quem acompanhou os cinco frangos sabe como me foi duro o meu aniversário o ano passado.</p>
<p>Este ano tinha outros desafios. Não sabia bem quem convidar, ou onde definir a fronteira entre os amigos e os conhecidos. E mesmo sabendo quem convidar restava a questão de o que fazer.</p>
<p>Para além disso, desta vez, nem motorista, nem carro. A minha viatura terá passado no máximo uma semana nas minhas mãos. E dependente de boleias não dá para marcar coisas, comprar coisas, etc.</p>
<p>Mas no meu dia, sem grandes preocupações acabou por acontecer tudo naturalmente. Estive a almoçar num sítio bem simpático, com duas colegas aqui que trabalham na universidade e o pai de uma delas. Foi divertido e descontraído mesmo como gosto.</p>
<p>Já tinha decidido comprar um bolo e champagne. Mas a banana do meu coração fez-me a surpresa de me enviar um de Portugal via coração brilhante e sorridente. Assim só tive de ir ao super comprar champagne, guardanapos, umas cervejas e pratos de papel.</p>
<p>Depois enviei um sms a todos os que conheço cá, e convidei toda a gente da universidade. Desde o reitor à senhora que me passa a roupa a ferro.</p>
<p>E às 17:30 estive aqui para receber as pessoas. Foi bom, foi breve, foi alegre, e foi humano, mesmo como gosto.</p>
<p>Deixo-vos aqui algumas imagens só para apreciarem o evento.</p>
<p>Beijos a todos que me abraçaram ao vivo, ao longe, de perto e de todo o lado. Vocês fazem-me ser melhor.</p>

<a href='http://www.bernardoramirez.com/comunicacao/aniversario/attachment/p1020805/' title='O Bernardo a queimar o dedo'><img width="150" height="150" src="http://www.bernardoramirez.com/wp_blog/wp-content/uploads/2011/04/P1020805-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Bernardo a queimar o dedo" title="O Bernardo a queimar o dedo" /></a>
<a href='http://www.bernardoramirez.com/comunicacao/aniversario/attachment/p1020787/' title='P1020787'><img width="150" height="150" src="http://www.bernardoramirez.com/wp_blog/wp-content/uploads/2011/04/P1020787-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P1020787" title="P1020787" /></a>
<a href='http://www.bernardoramirez.com/comunicacao/aniversario/attachment/p1020803/' title='P1020803'><img width="150" height="150" src="http://www.bernardoramirez.com/wp_blog/wp-content/uploads/2011/04/P1020803-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P1020803" title="P1020803" /></a>
<a href='http://www.bernardoramirez.com/comunicacao/aniversario/attachment/p1020807-2/' title='P1020807'><img width="150" height="150" src="http://www.bernardoramirez.com/wp_blog/wp-content/uploads/2011/04/P10208071-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P1020807" title="P1020807" /></a>

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		<title>Meus queridos pais</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Pai]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>

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		<description><![CDATA[Que sorte tenho! Olho para vocês e vejo-me. Vejo-me na generosidade, na preocupação ao próximo, na curiosidade mental, no gostar de falar e estar com os outros. Olho para vocês e sinto-me. Nas inseguranças, no amor grande, na vergonha e na gargalhada. Olho para vocês e agradeço. Ter uma família grande e pequena, ter os...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que sorte tenho!</p>
<p>Olho para vocês e vejo-me. Vejo-me na generosidade, na preocupação ao próximo, na curiosidade mental, no gostar de falar e estar com os outros.</p>
<p>Olho para vocês e sinto-me. Nas inseguranças, no amor grande, na vergonha e na gargalhada.</p>
<p>Olho para vocês e agradeço. Ter uma família grande e pequena, ter os meus amigos, ter casa, ter comida, ter saúde, ter vida.</p>
<p>O que sou devo-o a vós!</p>
<p>Olho para vocês e sorrio. E peço a Deus que me dê a força, a sabedoria e a coragem para ter em mim as coisas que mais admiro e vejo em vocês todos os dias, e para ter as forças para aprender a superar aqueles nossos aspectos que por vezes nos desafiam mais.</p>
<p>Certamente não somos uma família tradicional, mas somos a <strong>minha família</strong>. E tenho tanta sorte. Tenho-vos aos dois. Nos bons momentos, nos maus momentos, nos silêncios, nos diálogos, nas alegrias e nas tristezas.</p>
<p>Meus queridos pais OBRIGADO!</p>
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		<title>Teimosa ias</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 09:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[Insistência]]></category>
		<category><![CDATA[Persistência]]></category>
		<category><![CDATA[Teimosia]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos dar-lhe o nome que quisermos: teimosia, persistência, bloqueio mental, ser quadrado, ou outra coisa qualquer. A verdade é que a partir do momento em que as pessoas colocam alguma coisa na cabeça, e ela permanece lá, então ela torna-se uma teimosia. No meu dia a dia vejo isso acontecer sempre. Vejo as pessoas persistirem...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Podemos dar-lhe o nome que quisermos: teimosia, persistência, bloqueio mental, ser quadrado, ou outra coisa qualquer. A verdade é que a partir do momento em que as pessoas colocam alguma coisa na cabeça, e ela permanece lá, então ela torna-se uma teimosia.</p>
<p>No meu dia a dia vejo isso acontecer sempre. Vejo as pessoas persistirem em padrões e coisas que nem sempre as servem melhor. E o que vejo é esse padrão a repetir-se e repetir-se.</p>
<p>Vou dar dois exemplos: uma amiga querida diz-me:</p>
<p>&#8220;- É tão difícil.</p>
<p>- Mas é difícil como? Pergunto.</p>
<p>- Estar longe!</p>
<p>- Tu realmente és incrível. Há uns meses estavas triste porque não tinhas amor, porque não tinhas trabalho. Agora queixas-te mas tens amor e tens trabalho. Como é que ficamos?&#8221;</p>
<p>A verdade é que não muda. Porque como realmente já aprendi, não somos alegres por que nos acontecem coisas boas, ou tristes porque nos acontecem coisas tristes. Somos alegres ou tristes e por isso nos acontecem coisas alegres ou tristes.</p>
<p>Outro exemplo:</p>
<p>&#8220;- Este é o homem da minha vida.</p>
<p>- Este? Pergunto.</p>
<p>- Sim, amo-o tanto, faz-me tão feliz.</p>
<p>- Que bom, mas e o de ontem.</p>
<p>- O de ontem afinal não era, é o de hoje.</p>
<p>- Mas quando é que o conheceste?</p>
<p>- Hoje.&#8221;</p>
<p>E assim por diante. Porque na realidade a teimosia não se interessa pelo bom ou pelo mau. Interessa-se pela insistência e persistência. Ficamos presos. No homem perfeito, no trabalho mau, na dor do abandono.</p>
<p>Ficamos assim, para sempre a achar o mesmo, para sempre pensar o mesmo. Não merecemos o amor, todos nos detestam, temos imenso azar, ninguém gosta de nós, todos falam mal de nós.</p>
<p>Para todos nós faço uma proposta para resolvermos esta questão: existe uma fórmula simples de testarmos a nossa teimosia e verificar até que ponto somos ou não teimosos. Primeiro, fazemos a lista das coisas que achamos que se acontecerem o nosso estado vai mudar. Seja de que tamanho for essa lista, a partir desse dia, vamos riscando cada vez que alcançarmos um dos objectivos. E não se esqueçam de ser específicos. Já tenho isto, já aconteceu isto.</p>
<p>E se no fim, com a lista toda riscada, continuarmos a sentir e a pensar o mesmo, então se calhar somos um pouco teimosos de mais. E atenção, não posso garantir, mas quem teimoso ia, teimoso vai.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Morrer</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 09:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo da vida]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[No outro dia, o filho mais novo de uma amiga perguntava-lhe &#8220;Porque é que as pessoas têm medo de morrer?&#8221; e &#8220;Eu não sei porque é que tenho medo de morrer, mas tenho!&#8221;. Há muitos anos atrás fiz uma constelação com a Ingala Robl em que nos deparávamos com a nossa própria morte, segundo ela,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No outro dia, o filho mais novo de uma amiga perguntava-lhe &#8220;Porque é que as pessoas têm medo de morrer?&#8221; e &#8220;Eu não sei porque é que tenho medo de morrer, mas tenho!&#8221;.</p>
<p>Há muitos anos atrás fiz uma constelação com a Ingala Robl em que nos deparávamos com a nossa própria morte, segundo ela, todos os terapeutas deviam olhar de frente para a morte pelo menos uma vez.</p>
<p>Agora que olho para isso vejo esse medo sempre com duas possibilidades: a primeira, como tantas vezes digo é o medo da mudança, o outro o medo de não ter vivido.</p>
<p>Em jeito de brincadeira respondo à pergunta como se fosse o meu filho:</p>
<p>&#8220;Filho sabes, ter medo é a coisa mais natural e saudável do mundo. Quando temos medo isso significa que algo em nós nos está a proteger e a guardar. Quando um cão ladra muito e nos afastamos. Ou quando não gostamos de estar muito perto da janela num sítio alto. Isso acontece porque há uma boa parte de nós que nos quer bem, e que nos quer proteger. E isso é o medo.</p>
<p>Às vezes esse medo pode tomar conta de nós, mas o melhor é sermos nós a tomar conta dele e a agradecer ele existir e tomar tão boa conta de nós.</p>
<p>Mas a morte querido é apenas o outro lado da vida. Como uma moeda: de um lado temos a cara e do outro a coroa. Nesta terra temos esses dois lados: estarmos vivos ou estarmos mortos. E passamos todos pelos dois lados. Nascemos, crescemos e morremos.</p>
<p>É triste pensar que as pessoas que gostamos se podem ir embora, mas também vai ser triste para as pessoas que gostam de nós quando nos formos embora.</p>
<p>Por isso o que o pai faz, todos os dias, é celebrar a vida. É pensar e viver as coisas boas, tentar estar com as pessoas que gosta. E celebrar tudo: o chocolate, o cheiro das flores, o jogo, o irmão, os amigos, os avós.</p>
<p>E por isso ele sabe, e tu também podes aprender, que essa é a melhor forma de não ter medo de morrer. Saber que cada dia vivemos tudo com muita alegria.</p>
<p>E quando chegar o dia, de passarmos da vida para a morte, vamos poder sorrir com a certeza que o que vivemos e fizemos aqui valeu a pena e foi uma celebração e uma alegria.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tempo, Tempo, Tempo</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 09:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para onde foste tu, pensamos tantas vezes. E aqui fico sempre preso ao que não fiz. Quero acordar e saltar e soltar; Quero ir pelo mundo fora acordado. Mas olho para trás, vejo a tua face, Descubro que não és meu e sim teu, Que me levas ao teu lado e sorris. Porque parte de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para onde foste tu, pensamos tantas vezes.</p>
<p>E aqui fico sempre preso ao que não fiz.</p>
<p>Quero acordar e saltar e soltar;</p>
<p>Quero ir pelo mundo fora acordado.</p>
<p>Mas olho para trás, vejo a tua face,</p>
<p>Descubro que não és meu e sim teu,</p>
<p>Que me levas ao teu lado e sorris.</p>
<p>Porque parte de mim é criança,</p>
<p>Parte de mim adolescente,</p>
<p>Adulto outra parte de mim,</p>
<p>e velho, velho até de mais.</p>
<p>Ris-te do que digo e não faço.</p>
<p>Sorris ao que faço e não digo.</p>
<p>Mas tu sabes oh tempo, tu sabes,</p>
<p>Que a única verdade imutável é que tudo passa</p>
<p>E que a mudança é inevitável.</p>
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		<title>A Sara em Timor</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 09:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Expatriados]]></category>
		<category><![CDATA[Sara Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Timor]]></category>

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		<description><![CDATA[Normalmente não sou de falar de outros espaços aqui no meu. Não sou de promover ou divulgar. Não porque não os haja interessantes. Apenas porque calhou. Cruzei com a Sara virtualmente por exclusivo acidente. Nas minhas deambulações fui parar ao site dela, ou ao Facebook dela, ou a outro sítio qualquer onde a encontrei. E...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Normalmente não sou de falar de outros espaços aqui no meu. Não sou de promover ou divulgar. Não porque não os haja interessantes. Apenas porque calhou.</p>
<p>Cruzei com a Sara virtualmente por exclusivo acidente. Nas minhas deambulações fui parar ao site dela, ou ao Facebook dela, ou a outro sítio qualquer onde a encontrei. E que sorte. Confesso que começou por ser uma certa inveja: inveja da escrita, do site, das fotografias e principalmente do trabalho dela.</p>
<p>Gostava de fazer um trabalho mais humanitário, e apesar de saber que todos o fazemos de formas diferentes, o dela é fantástico. Gosto de ler as suas aventuras em Timor e, acima de tudo, descobrir que há pessoas que pensam em comum e que querem agir em comum. Temos também, como ela própria diz de si, uma atracção pelo abismo, que no meu caso é mais uma atracção pelo difícil. Mas é também isso que nos dá a força e a vontade de sermos melhores.</p>
<p>Quando estamos noutro país que não o nosso temos sempre a tendência para ver as coisas exclusivamente com os nossos olhos, e ainda mais se esse país já foi uma colónia nossa. Não é fácil chegar e deixar de lado o preconceito, o estereótipo, e as convicções que durante tantos anos, consciente ou inconscientemente  nos preencheram.</p>
<p>Gosto da forma como ela se interessa, da forma como participa, e da forma como se envolve.</p>
<p>Talvez seja, por vezes, um pouco excessivo esse olhar de uns contra os outros. No meu caso em particular, não olho para os portugueses, por muito que me irrite, como os que não se envolvem, e os Angolanos, no meu caso, como o povo que sofre. De alguma forma a nossa história comum levou-nos a este momento, e em particular aqui em Angola, acho os angolanos tão responsáveis como os portugueses pelo estado das coisas.</p>
<p>E no entanto, é-me também doloroso ver tantos portugueses a enriquecer aqui e a olhar para o país e para as pessoas que são co-responsáveis pela sua riqueza com tamanho desprezo e desdém. Acima de tudo temos muito a agradecer a Angola (no meu caso claro).</p>
<p>Mas o olhar dela é um olhar fantástico e vale a pena ler e descobrir e é esse o convite que vos faço.</p>
<p>Site: <a href="http://www.saritamoreira.com/">http://www.saritamoreira.com/</a></p>
<p>Facebook: <a href="http://www.facebook.com/saritamoreira" class="broken_link">http://www.facebook.com/saritamoreira</a></p>
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		<title>Desejo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 09:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
		<category><![CDATA[Descoberta]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Somos todos escravos do que precisamos Reduz as necessidades se queres passar bem Que a dependência é uma besta Que dá cabo do desejo A liberdade é uma maluca Que sabe quanto vale um beijo Diz o nosso amigo Jorge Palma e com toda a razão. Ao olhar para o mundo que me rodeia fico...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Somos todos escravos do que precisamos<br />
Reduz as necessidades se queres passar bem<br />
Que a dependência é uma besta<br />
Que dá cabo do desejo<br />
A liberdade é uma maluca<br />
Que sabe quanto vale um beijo</p></blockquote>
<p>Diz o nosso amigo Jorge Palma e com toda a razão. Ao olhar para o mundo que me rodeia fico sempre surpreendido. Digo isto muitas vezes, mas talvez porque também olhe muito, e sinta muito.</p>
<p>O desejo é uma coisa lixada. Porque aquilo que desejamos, seja um carro, uma namorada, uma camisa, uma viagem, ou um amigo, não vem da mente. Vem de qualquer lado mais profundo. E a nossa educação, o nosso ambiente, o nosso meio social, criam barreiras em nós que nos fazem temer a concretização desse desejo. Porque não é o que esperam de nós, porque é errado, porque é egoísta, porque é parvo. As razões que a mente cria são imensas.</p>
<p>Mas a descoberta da satisfação do desejo é um passo fundamental na jornada da nossa própria descoberta. Sem a satisfação do desejo, sem sentir o sabor doce ou amargo da experiência não crescemos. No entanto esse medo que nos bloqueia é poderoso e feroz. Ele não gosta de não controlar. Ele não gosta de não decidir e ordenar.</p>
<p>Acredito que devemos procurar sempre a satisfação dos desejos. Seja com que resultado for, porque a partir daí já podemos decidir, com a alma, se aquilo é o que realmente queremos ou se por ventura afinal não é.</p>
<p>Por medo dessa vontade profunda ficamos presos a relações, a empregos, a posturas, a atitudes. E é tão óbvio olhar para as pessoas e ver que estão presas em si próprias, prisioneiras de qualquer coisa que não as deixa fazer ou ser.</p>
<p>Também por isso o certo e o errado hoje tomam diferentes conotações para mim. Poderia até dizer que sou amoral, mas não sou. Apenas acredito que devemos sempre fazer o que queremos, aquilo que temos vontade, e que desejamos. Porque depois da experiência e da descoberta ficamos a saber muito mais sobre nós próprios. E até esse momento não crescemos.</p>
<p>Talvez por isso fiquemos infantis, ou irresponsáveis, ou receosos. Apenas porque acreditamos que é assim que tem de ser.</p>
<p>Mas QUEM NÃO ARRISCA, NÃO PETISCA.</p>
<p><object width="400" height="325"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/O8HyLrokZko?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/O8HyLrokZko?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="325" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Viagens e Comida</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 09:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[Comer]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrir]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens e Comida]]></category>
		<category><![CDATA[Viajar]]></category>
		<category><![CDATA[Viver]]></category>

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		<description><![CDATA[Se tivesse que escolher duas das minhas coisas favoritas no mundo inteiro seria viajar e comer. Para mim elas estão associadas de forma profunda. Até porque uma das maravilhas de viajar é comer. No sábado passado fui passear aqui em Luanda. Fui a um pequeno aldeamento com uma piscina, pequenas moradias para alugar, uma lagoa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se tivesse que escolher duas das minhas coisas favoritas no mundo inteiro seria viajar e comer. Para mim elas estão associadas de forma profunda. Até porque uma das maravilhas de viajar é comer.</p>
<p>No sábado passado fui passear aqui em Luanda. Fui a um pequeno aldeamento com uma piscina, pequenas moradias para alugar, uma lagoa linda, muito verde e muitos animais.</p>
<p>Mas na viagem de carro, conforme me afastava da cidade, nasceu no meu coração uma alegria profunda, um sentimento de liberdade inexplicável e encantador. Ao ver o verde, os montes, as árvores e as casas não conseguia deixar de me sentir encantado. Estar na estrada e percorrê-la transmite-me uma sensação de liberdade profunda, de descoberta e do novo.</p>
<p>Olhava para tudo e lembrava-me do que já viajei e do que já conheci.</p>
<p>Não só os lugares fantásticos, mas as comidas surpreendentes. As saladas frescas e os crepes das ilhas gregas, o rizotto negro da Croácia, o gelado de chocolate e os hambúrgueres do Estados Unidos, os pequenos almoços servidos nos quartos de hotel quando era pequeno. Lembrei-me das batatas fritas de Amsterdão, do Sushi fantástico de Macau, das tapas e dos pinchos de Espanha e de todas as comidas deliciosas que descobri nas minhas viagens por Portugal.</p>
<p>Se tivesse que escolher entre viajar e comer não sei como conseguiria. Na verdade as duas coisas para mim fundem-se. O prazer do alimento do estômago, o prazer do alimento da alma.</p>
<p>Tenho tido muita sorte e dou muitas graças por todas as oportunidades que já tive em conhecer tanto. E espero a oportunidade por continuar essa aventura. Para mim isso é a pérola da vida, o novo. Sempre a disponibilidade para descobrir e aprender e aventurar-me.</p>
<p>E sonho com isso muitas vezes. Na comida e nas viagens. Nas papilas gustativas a chorar de alegria, e dos olhos cheios de tudo o que há por aí.</p>
<p>Quem não gosta de experimentar o novo, de descobrir um sabor delicioso num canto de uma terra qualquer. Um bife com batatas fritas e cerveja em Mértola, umas conquilhas em Faro, uma sopa de Cação em Serpa, um peixe fresco em Setúbal, um bacalhau no norte, uma francesinha no Porto.</p>
<p>Que sorte e que alegria. Há tanto para descobrir e para experimentar. E isso é viver.</p>
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