Galícia Confidencial – A Revolução das Redes Sociais

7 de Fevereiro de 2010

Em muitas empresas e organizações começa a existir um conflito profundo entre o trabalho e o tempo que os trabalhadores gastam com as redes sociais. Antigamente esse problema não se punha porque a quantidade de coisas que uma pessoa podia fazer no local de trabalho, para além de trabalhar, era muito reduzida. Hoje existe a proliferação dos bens tecnológicos e com eles a quantidade de tempo e atenção que se despendem em actividades nomeadas não produtivas.

Podem ler o resto do post http://galiciaconfidencial.com/nova/5311.html

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Galícia Confidencial – Amor e identidade

28 de Janeiro de 2010

Todos sofremos de problemas de identidade: as pessoas e os países. E nisso somos todos iguais. Portugal sofre da crise de identidade do que já foi e do que ainda queria vir a ser. Hoje continuamos sempre a querer ser outra coisa: a querermos ser americanos, finlandeses, russos (tudo menos espanhóis que nós os portugueses somos muito melhores que os espanhóis). Os meus irmão galegos, pelos menos com o meu olhar, também sofrem das suas crises de identidade: não querem ser espanhóis, sentem a sua língua e culturas ameaçadas, e por isso sentem-se tantas vezes aprisionados na sua descoberta da identidade.

Podem ler o resto do post http://galiciaconfidencial.com/nova/5244.html

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Workshop de Constelações Familiares com Bernardo Ramirez

28 de Janeiro de 2010


Constelações Familiares

com Bernardo Ramirez

Dia 7 de Fevereiro, Domingo, das 15 ás 19 horas

Espaço Psi


Workshop de Constelações Familiares

As constelações familiares são um processo que permite observar e integrar os bloqueios e as tensões da nossa vida. Com este método tomamos como ponto de partida a família de origem e a família actual.

Todos nós construímos uma imagem interior dos nossos problemas, desafios e dificuldades. Essa imagem contém em si informações acerca dos nossos vínculos e/ou sentimentos, sejam eles conscientes ou inconscientes. Através das Constelações, essa imagem é representada perante nós, relevando as dinâmicas desse sistema.

É através dos movimentos gerados por essa imagem, e da observação que fazemos deles, que a solução se pode então apresentar.

Este trabalho permite tocar os nós conscientes ou inconscientes da nossa vida, que muitas vezes impedem o fluxo do amor de fluir. E ao vê-los e senti-los, ganhamos consciência deles e libertamo-nos.

As Constelações Familiares representam, por isso, uma oportunidade para sermos mais felizes, mais saudáveis e mais prósperos.

Bernardo Ramirez (nascido em 1974) é apaixonado pelos seres humanos e pela vida. Encontrou-se nas Constelações e por essa razão formou-se em Constelações Familiares e em Constelações Organizacionais. Coordena a Clínica Social do Espaço PSI, e desenvolve em parceria o projecto “ Pedagogia Sistémica” (porque o sistema escolar representa o futuro). Tem um portal onde fala das Constelações, da Comunicação e da Tecnologia. Tenta ser estudante permanente e interessa-se por temas de Desenvolvimento Humano, da Comunicação e pela Tecnologia em geral. Formou-se em Comunicação e Novas Tecnologias.

Podem encontrar mais informações sobre o trabalho que desenvolve:

em www.bernardoramirez.com

ou contactá-lo pelo telefone 966 220 808

ou para o email info@bernardoramirez.com

Valor

Valor por pessoa: Participação no workshop 30 euros

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Galiza Confidencial

21 de Janeiro de 2010

Ontem começou a minha parceria com o Galiza Confidencial, um portal galego sobre actualidade e que se mantém desligado dos interesses políticos e económicos.

Todas as histórias têm um início

Todas as histórias começam pelo princípio. É a sua natureza. Esta história começa há cerca de 11 anos, ia o ano de nosso senhor 1998 quando, quase por acidente, tropecei num grupo de galegos encabeçados pelo que viria a ser o meu querido amigo Xurxo.

Podem ler o resto do post http://galiciaconfidencial.com/nova/5204.html

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Mudanças que se querem

8 de Janeiro de 2010

Já falei muitas vezes em silêncios e nos tempos de cada um. Em muitos momentos sinto, de certa forma, que crio expectativas nas pessoas que visitam o meu blog. Passo momentos da minha vida em que produzo grandes quantidades, e depois passo momentos em que não produzo nada. Inconstâncias da minha vida, e da vida de todos presumo.

Verdade seja dita, já houve momentos em que fui muito mais exigente e agressivo com esta minha natureza bipolar. Com este espírito agri-doce, silêncio-musical, com esta forma de estar tão transparente. Depois penso também que neste espaço público, seria importante ter uma imagem mais coerente, mais cuidada, mais estruturada. Que isso seria reflexo de uma dimensão profissional, séria, competente, e todos os outros adjectivos importantes que existem por aí.

Ainda mais porque ontem, falando com a querida B., e discutindo o blog dela, via-me revisto nas críticas que lhe fazia. Se realmente o meu espaço virtual espelha na perfeição quem sou, se apresenta ao mundo a minha multiplicidade, então qual é realmente a questão? (perguntava-me ela).

Mudanças, sempre em mudança. Este ano apresenta-se como um ano importante para mim. Resolução de muitas questões pendentes que ficaram para trás e construção de algo para o futuro que desejo muito. Assim, no meu silêncio, e ao telefone com outra amiga ela diz-me: Os momentos de isolamento, para mim, são muitas vezes a preparação para momentos importantes e de viragem, mesmo quando ainda não os vejo ou os percebo, mas eles não tardam a acontecer.

E isso desejo ardentemente, a mim, e a todos: que o vosso ano vos aproxime daquilo que mais desejam e que vos aproxime mais do que vos é importante.

Um ano feliz de 2010

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Natal, afinal é Natal…

23 de Dezembro de 2009

Não gosto do natal. Nunca gostei. Entre uma família de centenas que não conheço bem e uma de dois que conheço bem de mais o Natal representa com clareza essa divisão eterna.

Desde os meus quatro anos que passei a ter dois natais. A época de amor, conciliação, família e união apresenta-se sempre para mim como um espaço fracturado. De um lado a família do pai, de outro a família da mãe.

Não gosto do natal, não gosto de ter de ir comprar prendas, de não saber o que comprar e de sempre sentir que não estou a fazer o que quero e como quero. Não gosto das obrigações. De ter de celebrar e estar juntos numa cerimónia sem grande sentido.

Não quero estragar o vosso espírito natalício, nem os vossos natais e momentos felizes.

Desejo-vos de coração um natal feliz perto de quem amam. Eu vou estar perto de quem amo também, e é isso que me faz ser capaz de passar mais um natal sem fugir para a Turquia, ou me fechar num Iglo.

Este tempo do natal é sempre um bocado ao contrário. Confuso, cheio de obrigações e multidões, com reencontros acidentais e obrigatórios. Nunca percebi muito bem porque tínhamos de nos encontrar com pessoas que passamos o ano sem saber, ou sem querer saber. E depois fingir que é muito bom estarmos juntos. E ouvir as mesmas perguntas, e dar as mesmas respostas.

Sinto falta de estar rodeado de pessoas que me conhecem, que me entendem, que me aceitam, e que me amam. Incondicionalmente. E nem sempre é a família a fazê-lo. Tantas vezes não é…

Quero gostar mais de mim, ter menos medo e vergonha. Reconhecer-me com serenidade e assim amar-me inteiro.

Esse é o meu presente de natal para mim. Mais amor próprio, mais reconhecimento, mais gratidão ao que já fiz, ao que já sou, ao que já conquistei.

Feliz natal para todos.

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Vá, anda Gina!

15 de Dezembro de 2009

Hoje acordei a ouvir o nosso amigo Nuno Markl falar da revista Gina e do efeito que teve na sua vida e educação sexual. Isso trouxe-me à memória os 3 pilares fundamentais da minha formação sexual. Como diz o Nuno, que fizeram muito mais por nós que qualquer centena de livros cheio de pedagogia aprisionada.

Na minha pre-adolescência descobri, com uns colegas que tinha na Vela, umas revistas de banda desenha pornográfica ou erótica (depende da idade que se tem claro, na altura pornográfica e agora erótica). Adorava aqueles quadrados a preto e branco, cheio de loiras e morenas mamalhudas e de piadas fáceis. Além de que a clandestinidade das revistas obrigada a uma arte de ocultação e de pirataria fantástica. E depois era as matinés lá em casa, a fingir que se jogava ZX Spectrum para na realidade folhear as revistas.
Mas a surpresa deu-se um dia, quando na tabacaria do costume, que era tão longe de casa para poder evitar encontrar gente conhecida, me cruzei com uma Gina. Adquiri essa bela pérola e a mesma fez-me companhia durante muito tempo. De entre todas as surpresas e mistérios que descobri na Gina a que melhor guardo na memória foi o adjectivo Colegial. Na altura, não sabia o que significava, mas saído dessa revista surpreendente só podia ser algo absolutamente “Hard-Core”. Durante anos não tive coragem, nem vontade de usar esse adjectivo, mas a verdade é que de quando em vez ouvia essa palavra num misto de escândalo e surpresa. Escândalo porque sai da boca de pessoas educadas, de idade considerável e muitas vezes em circunstâncias completamente neutras, surpresa porque não percebia como podiam colocar essa palavra numa conversa do dia a dia. Ainda hoje sempre que ouço a palavra fico um pouco corado. Há coisas que não se consegue resolver ou simplificar.
Alguns anos mais tarde, houve outros dois momentos sagrados na minha sexualidade, de formas bem diferentes. A primeira foi a Guiomar da Rua Sésamo. Enquanto todos os outros viam a Rua Sésamo pelas razões que quisessem, eu procurava todos os instantes de Guiomar que conseguia. A nossa querida Alexandra Lencastre já na altura me enchia as medidas e aquela mulher curvilínea e sensual criava alterações físicas no meu corpo que muito me agradavam. Não só era simpática e querida como era boa como o milho. Tantas horas a ver um programa que já não era para a minha idade (gostava de achar que já era muito adulto), tudo para ver um decote, umas pernas, ou apenas aquela carinha laroca.
Mais ou menos por essa altura, ou alguns anos ainda mais tarde, confesso que o tempo se confunde na minha cabeça, surgiu outra diva das curvas, que me obrigava a ficar colado ao ecrã em horas e dias não apropriados a um adolescente. Era a nossa amiga Ana Malhoa, muito tempo antes das tatuagens, da musculação e dos aumentos. Ela encantava-me a mim e ao meu amigo JP. Acho que estava cada um no seu lado da TV a babar para os momentos em que dançava com aqueles mini-calções e tops justos. Sim já não tinha idade mesmo, mas a rapariga tinha energia. E assim ficava eu, com uma desculpa adicional para ver os desenhos animados (não, tou a ver as mamas da Ana Malhoa).
Fiquei marcado a fundo de formas diferentes por estes ícones. Na minha mente baluartes da educação sexual e da aprendizagem da imoralidade e da aventura sexual da boa. Tenho um lugar especial para vocês no meu coração meninas: Gina, Guiomar e Ana.
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Portugalidade com Gripe A

9 de Dezembro de 2009

Desde que voltei não tenho andado com muita vontade e disponibilidade para escrever. Os que me conhecem melhor já sabem que a minha escrita, apaixonada e sincera, é como eu, de ondas. E por isso o silêncio, que faz parte dos meus ritmos, surge como o som. Hoje, no entanto, quis escrever-vos sobre a Gripe A e a Portugalidade. E por isso aqui vai para pensar um pouco sobre o que se é e o que não se é.

De quinta a domingo estive, com o meu amor, em Barcelona. Cidade que já tinha tido a oportunidade de conhecer, há uns anos atrás. Cheia de encantos, metropolitana, viva, dinâmica e brilhante. É uma cidade que vive, que ferve, onde há sempre pessoas, milhares de pessoas por todo o lado. E motas, e lojas e bicicletas, e arte, e cultura, e arquitectura e gente e gente e vida.

Mas nas nossas caminhadas, o que mais me surpreendeu na cidade foi o que não vi. No meio dos 7 milhões, pelo menos os que vi, não vi menção nenhuma à Gripe A. Nem um cartaz, nem um anúncio, mas mais ainda, nem um produto de limpeza, nem um gel mata micróbios assassinos e psicopatas. Aqui em Portugal, faz-se de tudo sobre a Gripe A. Vendem-se máscaras, e gel, e Tamiflu, e fica toda a gente em casa. E não se pode espirrar e cartazes por todo o lado e até livros para crianças sobre a Gripe A.

Mas, numa das cidades mais cosmopolitas da Europa ocidental não se fala, não se vê, não se vive a Gripe A.

E porquê a diferença? Será que os espanhóis são pouco conscientes, preocupados ou higiénicos? Comecei a reflectir sobre essa questão, sobre a forma como aqui em Portugal levamos tudo ao extremo. E principalmente como queremos tanto ser um povo civilizado. Iguais ao que achamos ser a Inglaterra, os EUA ou outro qualquer país que achamos importante.

Mas o mais cómico deste desejo ardente, que anda sempre de par em passo com a nostalgia de algo que achamos  que não somos e devíamos ser, é que na realidade não sabemos bem o que é ser desenvolvido ou civilizado. Nem queremos saber. Vivemos um sonho do que isso deverá ser e por isso fazemos o que achamos todos os países desenvolvidos fazem. E depois aparece o ridículo, por estarmos tão longe do real.

De num país com características tão bonitas, passarmos tanto tempo a tentar ser o que não somos. “Nós não queremos ser um povo desenvolvido, queremos ser como achamos que é um povo desenvolvido.”

E esse é o nosso limite, e a nossa prisão, não queremos a realidade, nem nossa, nem a de outro qualquer referente. Queremos ser o que sonhamos ser a realidade dos outros…

Curioso esta nossa portugalidade. Aliás se calhar a portugalidade é que está com gripe A.

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Pequeninos

7 de Novembro de 2009

Estou no avião a caminho de casa e não consegui resistir a escrever sobre o que estava a sentir. A olhar aqui de cima para a imensa mãe África só consigo sentir o pequeno que sou, que somos. Realmente no imenso deste mundo somos apenas uma pequena particula. E se é esse o nosso papel e o nosso lugar podemos fazê-lo com alegria.

O segredo para a felicidade, dizia aí um sítio qualquer, é fazer aquilo que se ama com as pessoas que se amam. Aqui mesmo no banco da frente, um casal brasileiro, com já mais de 60 anos, parece continuar a partilhar um amor alegre e leve e cúmplice e sereno. Quero que o meu seja assim daqui a 30 anos.

Quero fazer o que amo com quem amo. Ainda por cima, sei quem amo e o que amo (não sabemos todos?).

Estou nervoso porque não sei o que vai acontecer quando aterrar, quando puser os pés em terra. Sinto-me na terra de ninguém.

Mas se calhar o amor é amar o que se está a fazer e as pessoas com quem se está.

Já há muitos anos atrás, mesmo muitos, devia ter cerca de 10 ou 12 anos, equacionei seriamente a possibilidade de seguir um caminho religioso. Porque tinha fé, porque queria ajudar, porque acreditava na entrega ao próximo. Confesso que resisti principalmente pelas regras rígidas, pela não possibilidade de vida conjungal, e pelas notícias que ia recebendo de quem percorria esse caminho. Na altura não sabia que existim outros trajectos.

Mais tarde, em muitos momentos, me confundiram com alguém da igreja, e chegaram-me muitas vezes a chamar senhor padre. Os meus amigos riam-se e eu ficava sempre meio atrapalhado.

Acho que esse é o meu trabalho de amor: partilhar a minha fé e dar a mão como sei. Por um lado receio esta afirmação porque não quero parecer arrogante ou prepotente, mas por outro como calamos aquilo que grita em nós como verdade?, aquilo que nos faz sorrir e sentir sereno?

Porque na verdade, olhando com rigor para os momentos da minha vida, não há nada em que me sinta mais real e mais centrado em mim do que quando trabalho com as pessoas, sobre as pessoas. Quando juntos procuramos encontrar um sentido para os desafios. E aprendo sempre tanto.

Não sei explicar melhor o sentido de missão que sinto. E o pequeno que me sinto para o cumprir. As Constelações ajudam-me nesse caminho. Porque não nos dão as regras que não gosto, e nos deixam as interrogações que amo.

Mas sou pequeno aqui de cima, seja pela missão, seja pela terra, seja pelo mundo.

Será que temos a missão de sermos pequenos?

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Perguntas e Respostas

6 de Novembro de 2009

No que vivo e no que leio encontro sempre dois tipos de pessoas que também são os dois bernardos que conheço e com quem vivo. O que aprecia as respostas e o que gostas das perguntas.

O das respostas está sempre a querer explicar tudo, a querer ajudar, a querer dizer certo ou errado. Para ele tem sempre que existir uma solução, uma verdade qualquer metafísica, uma preciosidade lógico-matemática. Esse bernardo, e essas pessoas, estão sempre há procura das respostas, não sobrevivem na dúvida, e quer corra bem ou mal, precisam sempre de escolher e decidir. Temem esse instante.

O outro bernardo, e o outro tipo de pessoas, viva pelo prazer da pergunta. Esse sabe que é a pergunta que lança o mote, é a pergunta que define o ritmo, a cadência, é a pergunta que faz dançar ou ficar. Essas pessoas vivem da pergunta e do que o que pensam sobre ela ou sentem lhes transmite e permite construir. Vivem dessa interrogação e da procura de novas interrogações que lhes dêem prazer.

Sou principalmente um homem de perguntas, e por isso esse é o bernardo que teima em triunfar nestas bandas. E assim é o que escrevo, não pelo prazer das respostas, mas pelo prazer de partilhar as perguntas. É maravilhoso olhar para o que me escrevem e perceber tantas vezes se os comentários são perguntas ou respostas, se são sintonias ou conclusões.

Amanhã chego a Lisboa cheio de perguntas ainda e sempre.

E espero por vocês aqui do meu lado, com mais perguntas, ou com mais respostas ou apenas porque sim.

Obrigado

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