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	<title>bernardoramirez [feeling right]Relações | bernardoramirez [feeling right]</title>
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	<description>Um espaço dedicado à Comunicação, às Constelações e à Tecnologia</description>
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		<title>Teias que se tecem</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 09:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas vezes já falei aqui sobre a forma como vejo o mundo ligado. Na realidade para mim este mundo é como uma teia onde todos estamos ligados a tudo. E cada um de nós representa o centro da teia que depois faz a ponte com todas as outras coisas, pessoas e lugares. Às vezes ao falar com...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes já falei aqui sobre a forma como vejo o mundo ligado. Na realidade para mim este mundo é como uma teia onde todos estamos ligados a tudo. E cada um de nós representa o centro da teia que depois faz a ponte com todas as outras coisas, pessoas e lugares.</p>
<p>Às vezes ao falar com pessoas elas perguntam como é que podemos ver e sentir aquilo que não é visível. E na realidade não o sei explicar. Primeiro, porque é uma coisa muito própria de cada pessoa. E depois porque este olhar, esta forma de ver as coisas por não ter fundamento na realidade pode ser apenas algo louco ou absurdo que tenho em mim.</p>
<p>Apesar disso achei que valia a pena tentar pôr por palavras a forma como o sinto em mim, e porque a minha experiência vos pode ser útil e vos pode ajudar a encontrar a vossa forma de ver o mundo.</p>
<p>Quando ouço e vejo as pessoas e o mundo elas para mim vão criando ou não linhas que as ligam. Às vezes podem ser coisas tão subtis e invisíveis que nem consigo explicar porque é que para mim se ligam. Mas o que vejo é uma linha que liga essas duas coisas. Podem ser pessoas, ou eventos, ou locais, tanto faz, mas algo despoleta em mim o surgimento dessa ligação, pode ser uma palavra, um gesto, ou apenas algo que observo e nesse instante vejo essa ponte a nascer.</p>
<p>Mas para além disso essa linha tem uma intensidade, uma força. E essa intensidade também define a importância da linha ou da ligação. Algumas vezes essa linha é tão ténue e discreta que é quase invisível, outras vezes é como uma auto-estrada gigante cheia de movimento entre esses dois pontos.</p>
<p>Mas essa intensidade também não é similar à sua importância. Porque por vezes, em mim, essa linha ténue pode ser a suficiente para não permitir outras linhas surgirem, ou a  auto-estrada ser tão ampla que acaba por não alterar em nada a realidade que vejo.</p>
<p>Mas essas linhas, esses pontos ligados, vão construindo o tecido daquilo que vejo como real. Objectivo ou subjectivo em mim isso tem forma e importância e aprendi a aceitar o que vejo.</p>
<p>Porque na realidade a razão desta ordem e desta forma, o seu desenho, essa teia que teço em meu redor não é minha e não é definida só por mim. Aprendo a aceitar o que vejo e a perceber que o valor que tem é só meu. Não serve para julgar ou para determinar o certo e o errado. Apenas é assim em mim.</p>
<p>Nesta teia não há bom, nem mau, não há certo, nem errado. Apenas as escolhas que vejo fazerem e que faço e a forma como na sua teia elas permitem ou não que outras nasçam, cresçam ou morram.</p>
<p>Por isso não há razão no que vejo, nem ordem, nem importância. È apenas o meu mundo e o meu olhar.</p>
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		<title>Sentimentos à flor da pele</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde o passado sábado que os meus sentimentos andam a flor da pele. Isso significa mais lágrimas, mais inseguranças, mais solidão, mais confusão. No sábado vi e vivi o acidente que não cheguei a ter. Isso assustou-me. Temi por mim, pelos meus amigos, pelo meu futuro, pelos meu amor, pelos meus filhos. Senti aquele peso...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bernardoramirez.com/wp-content/uploads/2010/03/ciumes.jpg" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-376" style="border: 5px none; margin: 5px;" title="ciumes" src="http://www.bernardoramirez.com/wp-content/uploads/2010/03/ciumes-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a>Desde o passado sábado que os meus sentimentos andam a flor da pele. Isso significa mais lágrimas, mais inseguranças, mais solidão, mais confusão.</p>
<p>No sábado vi e vivi o acidente que não cheguei a ter. Isso assustou-me. Temi por mim, pelos meus amigos, pelo meu futuro, pelos meu amor, pelos meus filhos. Senti aquele peso que me faz pensar se vale a pena estar neste país onde a vida vale tão pouco.</p>
<p>Porque a minha vale-me muito. A minha vida é-me muito valiosa.</p>
<p>Estes sentimentos todos de perda e de dúvida transportam-se depois para todas as áreas da minha vida. As coisas no trabalho parecem correr menos bem, sinto que não confiam em mim, mas sei que são os meus fantasmas.</p>
<p>Até no amor fico mais inseguro. Ela por lá e eu por aqui. Vai aqui, vai ali. E se acha melhor? E se se cansa de esperar por mim? Neste momento importante da vida dela estamos a milhares de quilómetros. Os meus fantasmas pessoais.</p>
<p>Tantos ciúmes. Fico meio doente de ciúmes. Desde que comecei a partilhar a minha vida com a C. descobri os ciúmes. Não foi tanto uma descoberta como uma confirmação. Eu sabia que eles andavam por lá. Mas nunca os tinha visto tão claro e de perto.</p>
<p>Mas sei que estes ciúmes, como quase tudo, são fruto da minha cabeça, das minhas dúvidas, dos meus medos. E desde esse momento decidi não escolher o caminho mais fácil e menos eficiente.</p>
<p>Muita gente escolhe contar tudo ao outro. Outras pessoas combinam que só fazem o que o outro concordar, só se encontram ao almoço a sós com alguém, ou qualquer outro mecanismo de controle.</p>
<p>Escolhi não saber nada. Aliás digo-lhe muitas vezes que tenho ciúmes. Brinco com isso quanto posso. Mas digo-lhe também que não me conte com quem está, com quem esteve e o que fez. Ou que o faça quando lhe apetece. E uns dias conta e outros não conta. E umas vezes é fácil e outras difícil.</p>
<p>Esse exercício de confiança sou eu que tenho de o fazer. Acreditar em quem amo. Sem dúvida e sem desconfiança. Acreditar em mim, na C. e no nosso amor. Faça ela o que fizer e eu o que quiser. Porque na realidade ela é livre e a sua liberdade é algo que amo muito. Não lhe quero tentar tirar algo que é tão importante. E por que a minha também me é valiosa. E sei que para ela, fácil ou difícil, também a respeita.</p>
<p>Mas com os sentimentos à flor da pele é sempre difícil.</p>
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		<title>Galícia Confidencial – As relações em Angola</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 08:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Angola]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta semana já tinha falado sobre a relação que os meus amigos Angolanos têm com o corpo. Alguém até mencionou que essa natureza se aproximava muito da brasileira. Mesmo assim, porque sempre vivi em Portugal, numa cultura mais conservadora e reservada, fico sempre um pouco surpreendido com o que ouço falar por aqui. Mas é...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana já tinha falado sobre a relação que os meus amigos Angolanos têm com o corpo. Alguém até mencionou que essa natureza se aproximava muito da brasileira.</p>
<p>Mesmo assim, porque sempre vivi em Portugal, numa cultura mais conservadora e reservada, fico sempre um pouco surpreendido com o que ouço falar por aqui. Mas é mais que isso, não é fácil acalmar um certo preconceito, talvez de natureza católica, que me coloca sempre num misto de excitação e repulsa pelo que fazem aqui e pela forma como o fazem.</p>
<p>Podem ler o resto do post <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://galiciaconfidencial.com/nova/5244.html');" href="http://galiciaconfidencial.com/nova/5457.html" target="_blank">http://galiciaconfidencial.com/nova/5457.html</a></p>
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