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	<title>bernardoramirez [feeling right]Revolução | bernardoramirez [feeling right]</title>
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	<description>Um espaço dedicado à Comunicação, às Constelações e à Tecnologia</description>
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		<title>Revolução dos Cardos</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 09:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[7 de Março de 2011]]></category>
		<category><![CDATA[esperança]]></category>
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		<category><![CDATA[Revolução dos Cravos]]></category>

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		<description><![CDATA[O movimento que tem vindo a ocorrer no continente africano parece estar a propagar-se com mais celeridade do que as pessoas anteciparam. Aqui, em Angola, desde que cheguei que tem se vindo a falar de uma manifestação nacional que irá ocorrer no dia 7 de Março de 2011, começando no Largo da Independência, aqui na...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento que tem vindo a ocorrer no continente africano parece estar a propagar-se com mais celeridade do que as pessoas anteciparam. Aqui, em Angola, desde que cheguei que tem se vindo a falar de uma manifestação nacional que irá ocorrer no dia 7 de Março de 2011, começando no Largo da Independência, aqui na capital.</p>
<p>Ao princípio achei que não ia dar em nada. Aliás, conhecendo a forma activa como o governo controla o país, conhecendo a forma acomodada como as pessoas vivem aqui, e conhecendo a dificuldade que existe ainda no contacto entre as pessoas com as novas tecnologias presumi que isto não passava de fumo sem fogo. Um amigo, que vive cá há muitos anos disse: &#8220;Sabes em que é que isto vai resultar? Em nada, não vai acontecer nada.&#8221;.</p>
<p>Mas com as conversas que tenho tido com os Angolanos que conheço, não estou certo que isso seja efectivamente assim. Vários Angolanos já me disseram que vão de certeza e sem medo, e que se for preciso não se importam de morrer pela pátria, um até me disse: &#8220;Não há revolução sem morte&#8221;. Pensei que tinha razão. Mas lembrei-me da nossa Revolução dos Cravos. A nossa revolução foi sem morte, foi sem destruição, foi, pelo que sei, a mais tranquila da história. Mas também sei que o povo africano é, por natureza, bélico.</p>
<p>Primeiro, a minha preocupação foi ficar o mais longe possível do evento. Fundamentalmente porque prezo a minha integridade física, e porque assumi que esta é uma revolução deles, e para eles. A minha C. diz que em África não há democracias, há democraduras. E realmente o que se passa aqui é isso mesmo. Uma democradura.  Os políticos já começaram a preparar o discurso sobre os possíveis manifestantes. E está tudo alinhado para apresentar esses terroristas como uma ameaça à alegria e à paz do país.</p>
<p>Continuo, no entanto, esperançado que esta revolução se dê. Com paz, mas que se dê. Porque neste país, tão belo, tão grande, cheio de pessoas tão vivas, o povo continua a viver na pobreza, na miséria, no desgraça, no lixo. Podem dizer que eles colocaram-se assim e que têm o que merecem. Mas independentemente de isso corresponder à verdade, ninguém merece trabalhar, viver e sofrer para nada. E a classe política pode e deve ser o garante da qualidade, da transparência e do rigor do uso dos bens públicos.</p>
<p>Por isso acredito neste revolução e espero apenas que não seja dos cardos, que seja uma revolução das mangas, do gindungo, ou de outra coisa boa qualquer, e que faça toda a diferença.</p>
<p>Mas mais importante ainda, acho que nós, os portugueses, todos os estrangeiros, mas fundamentalmente os portugueses devíamos participar desta manifestação. Nós cá, e vocês aí. Acho que os portugueses de Portugal deviam ir à rua, e exigir a mudança em Angola. De forma directa ou indirecta são nossos irmãos. E parte do que se passa hoje tem que ver connosco. E, como todos sabemos, o dinheiro do petróleo e dos diamantes, em vez de investido na saúde e no desenvolvimento, tem servido para ALGUNS angolanos comprarem as empresas portuguesas (e esta talvez seja mais uma das razões pelas quais a revolução poderá não acontecer).</p>
<p>E, por isso, talvez os portugueses devessem sair à rua, cá e aí, e dizer que querem diferença, que querem mudança, e que querem revolução pela paz, pelo bem estar, pela saúde.</p>
<p>Se calhar, devíamos perguntar sempre que nos pagam algo: &#8220;De onde vem o teu dinheiro? E ele é mesmo teu?&#8221; Devíamos todos ser mais responsáveis. E quando alguém (só a título de exemplo) de um país onde mais de 90% vivem na pobreza, chega e diz: &#8220;Quero comprar metade do seu banco&#8221;, se calhar valia mesmo a pena pensar a que preço é que esse dinheiro foi parar nas mãos dessa pessoa.</p>
<p>Mas pronto, no meio desta crónica caótica e desordenada venho-vos dizer: E que tal irmos todos para a rua dia 7 de Março? Ou fazer algo que seja visível, não precisa de ser uma caminhada. Mas que possamos mostrar em todo o lado que estamos do lado de quem quer mudar para melhor.</p>
<p>Viva a R-Evolução Angolana. E que o progresso seja rápido, pacífico e para o bem de todos.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<pre>You will not be able to stay home, brother.
You will not be able to plug in, turn on and cop out.
You will not be able to lose yourself on skag and skip,
Skip out for beer during commercials,
Because the revolution will not be televised.

The revolution will not be televised.
The revolution will not be brought to you by Xerox
In 4 parts without commercial interruptions.
The revolution will not show you pictures of Nixon
blowing a bugle and leading a charge by John
Mitchell, General Abrams and Spiro Agnew to eat
hog maws confiscated from a Harlem sanctuary.
The revolution will not be televised.

The revolution will not be brought to you by the 
Schaefer Award Theatre and will not star Natalie
Woods and Steve McQueen or Bullwinkle and Julia.
The revolution will not give your mouth sex appeal.
The revolution will not get rid of the nubs.
The revolution will not make you look five pounds
thinner, because the revolution will not be televised, Brother.

There will be no pictures of you and Willie May
pushing that shopping cart down the block on the dead run,
or trying to slide that color television into a stolen ambulance.
NBC will not be able predict the winner at <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BS3QOtbW4m0#" class="broken_link">8:32</a>
or report from 29 districts.
The revolution will not be televised.

There will be no pictures of pigs shooting down
brothers in the instant replay.
There will be no pictures of pigs shooting down
brothers in the instant replay.
There will be no pictures of Whitney Young being
run out of Harlem on a rail with a brand new process.
There will be no slow motion or still life of Roy
Wilkens strolling through Watts in a Red, Black and
Green liberation jumpsuit that he had been saving
For just the proper occasion.

Green Acres, The Beverly Hillbillies, and Hooterville
Junction will no longer be so damned relevant, and
women will not care if Dick finally gets down with
Jane on Search for Tomorrow because Black people
will be in the street looking for a brighter day.
The revolution will not be televised.

There will be no highlights on the eleven o'clock
news and no pictures of hairy armed women
liberationists and Jackie Onassis blowing her nose.
The theme song will not be written by Jim Webb,
Francis Scott Key, nor sung by Glen Campbell, Tom
Jones, Johnny Cash, Englebert Humperdink, or the Rare Earth.
The revolution will not be televised.

The revolution will not be right back after a message
bbout a white tornado, white lightning, or white people.
You will not have to worry about a dove in your
bedroom, a tiger in your tank, or the giant in your toilet bowl.
The revolution will not go better with Coke.
The revolution will not fight the germs that may cause bad breath.
The revolution will put you in the driver's seat.

The revolution will not be televised, will not be televised,
will not be televised, will not be televised.
The revolution will be no re-run brothers;
The revolution will be live.</pre>
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		<title>Galícia Confidencial – A Revolução das Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 12:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Ramirez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crónicas]]></category>
		<category><![CDATA[Galícia Confidencial]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução]]></category>

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		<description><![CDATA[Em muitas empresas e organizações começa a existir um conflito profundo entre o trabalho e o tempo que os trabalhadores gastam com as redes sociais. Antigamente esse problema não se punha porque a quantidade de coisas que uma pessoa podia fazer no local de trabalho, para além de trabalhar, era muito reduzida. Hoje existe a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em muitas empresas e organizações começa a existir um conflito profundo entre o trabalho e o tempo que os trabalhadores gastam com as redes sociais. Antigamente esse problema não se punha porque a quantidade de coisas que uma pessoa podia fazer no local de trabalho, para além de trabalhar, era muito reduzida. Hoje existe a proliferação dos bens tecnológicos e com eles a quantidade de tempo e atenção que se despendem em actividades nomeadas não produtivas.</p>
<p>Podem ler o resto do post <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://galiciaconfidencial.com/nova/5244.html');" href="http://galiciaconfidencial.com/nova/5311.html" target="_blank">http://galiciaconfidencial.com/nova/5311.html</a></p>
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