Dançar

Dança até não poderes mais. Dança até que os pés te doam. Dança agarrado, dança sozinha, mas dança.

Dança na sala, no supermercado, no meio da rua, em cima do monte, mas dança.

Dança quando acordas, no meio do expediente, durante o lanche, quando estás a dormir, mas dança.

Dança sozinho, com os teus pais, com os teus filhos, com o teu par, com o teu amigo, com o teu vizinho, com o patrão, com o funcionário, com o desconhecido, mas dança.

Dança ao sol, dança na chuva, dança com calor, dança com frio, dança no escuro, dança no palco, mas dança.

Dança com roupa de salão, dança com fato de banho, dança de pijama, dança nu, mas dança.

Dança.

Porque dançar aquece, porque dançar ilumina, porque dançar exercita, porque dançar anima, porque dançar constrói, porque dançar liberta, porque dançar relaxa, porque dançar desenvolve.

Dança.

Dança a valsa, dança a tarraxinha, dança techno, dança salsa, dança o fado, dança os clássicos, dança o silêncio.

Dança.

Como se não houvesse ontem, como se não houvesse amanhã. Dança no teu presente, porque acima de tudo a tua dança é um presente. E o presente é a tua dança.

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