Parar de fugir

Parar de fugir, porque às vezes é bom ficar

Sempre me disseram: és tão carneiro! Algo que me parece um contra-senso (peço desculpa aos que não gostam ou não ligam à astrologia). Seria o mesmo que me dizer: és tão português, ou: és tão bem disposto. Contra factos não há argumentos. Mas uma das características mais tradicionais dos carneiros é um desejo ardente de ir, de partir, de descobrir, de deixar o conhecido pelo que está por descobrir. E sempre fui um fiel representante desse sentimento. Mas hoje, sinto que posso parar de fugir. Continuar a ler “Parar de fugir”